Quer sentir meu cheiro? então ajoelhe-se aos meus pés agora
Lá vem você de quatro na frente daquele par de pés magníficos, molhados pela transpiração da academia e cheirando a negócios femininos que você já tinha imaginado mil vezes na sua cabeça suja mas nunca ousou confessar. Os dedos pintados de vermelho estão levemente umedecidos, brilhantes como se tivessem acabado de sair do boxe, e você nem precisa ser avisado para enfiar o nariz bem no arco do pé dela, aspirando forte o cheiro fétido misturado com o perfume barato que gruda na pele quente. Ela ri enquanto você lambe devagar a sola do pé, sentindo o gosto de sal, sujeira e um toque de calos que fazem a língua tremer de nojo e tesão ao mesmo tempo. Você passa a mão nas pernas grossas, apertando a carne firme que treme toda vez que sua boca bate no joelho dela, e ela ordena com voz grossa que você chupe cada dedo um por um, lambendo cada articulação enquanto a saliva escorre pelo seu queixo sujo de porra. A coroa coroa pisa no seu pau duro com o calcanhar, não forte o suficiente para machucar, mas o suficiente para sentir cada veia latejando de vontade enquanto o couro do sapato faz barulho de pele batendo contra carne úmida. Você geme alto quando ela escarra bem na sua cara, o cuspe espesso escorrendo da boca grande que nunca para de xingar sua vadia, e você lambe tudo como um cachorro enrabichado antes de enfiar a língua entre os dedos grossos que agora apertam sua garganta. Ela senta em cima do seu rosto com tudo, esmagando seu nariz na sola do pé enquanto você engole goles de suor misturado com a umidade que escapa da xota peluda e madura que cheira a pachuli barato e suco de buceta velha. Você ouve os peidos úmidos escapando enquanto ela se remexe em cima da sua cara, cada fartada jogando mais na sua boca o gosto ruim de meleca e sexo antigo. Ela levanta só para cuspir na sua cara de novo, agora também mijando em cima dos seus olhos enquanto você chora de excitação, ofegante e completamente destruído pelo cheiro podre que você tanto amou desde o primeiro segundo que viu aqueles pés imundos.