Amor com a vovó do meu amigo foi demais, gilf joolz
A velha coroa maluca da casa do meu amigo não perdia tempo quando a porta do quarto se trancou naquela tarde de sábado que o moleque saiu pra buscar cerveja. A velhota com mais de 50 anos, cabelão grisalho solto nos ombros largos e bundona empinada que só vendo, já tava com a boca cheia d’água só de me ver de pé, o pau duro que nem rocha na mão, esguichando gotinhas de tesão pelo furinho da ponta. Ela agarrou meu cacete com as duas mãos, lambendo a veia grossa que pulsava ali, os lábios carnudos se fechando em volta da glande enquanto os olhos brilhavam malvados por trás dos óculos de leitura. Chupou tudo de uma vez, engolindo até o talo, a garganta se movendo como uma bomba enquanto os peitões moles balançavam pra cima e pra baixo. Eu agarrei a nuca dela e comecei a socar o pau pra dentro da boca safada, sentindo a língua grossa raspar na veia grossa enquanto ela fazia bolhas de baba escorrendo pelo queixo. Quando achei que ia gozar naquelas goelas quentes, a vadia me empurrou pro chão, subiu em cima de mim com as pernas enrugadas mas cheias de força e mandou minha pica entrar de vez na bocetinha peluda que já tava escorrendo de garupa. Ela montou em cima, a xota peluda raspando na minha barriga enquanto batia a bunda no meu pau devagar, gemendo alto e xingando como uma puta de verdade. Quando viu que eu não ia aguentar mais, ela se abaixou pra cagar o pau na boca dela de novo, mastigando o cacete com os dentes enquanto eu gozava um jato branco que escorreu pelo queixo dela até pingar no chão. A velha safada ainda riu, limpou a porra do rosto e falou que agora ia ensinar praquele moleque como transar direito.