Vovó coroa chupa pau grande e engole gozada toda molhada
O café ainda nem esfriou direito mas a coroa já tava de quatro na beira da cama, com aquele rabo de leiteiro balançando pra cima e pra baixo enquanto ela chupava o pau daquele guri novo como se não tivesse ontem pra ontem. Os peitões moles dela esparramados na toalha e a boca bem aberta com a língua toda pra fora, lambendo a glande inchada daquele troço grosso que quase não cabia na boquinha dela — mas ela engolia tudo até a garganta latejar. Escorria baba e porra pra todo lado, os lábios sujos de esmegma e os olhos lacrimejando de tanto choro, mas ela não desistia não, abraçava o pau com as mãos e enfiava cada vez mais fundo. Ouvia os gemidos roucos do moleque e a respiração pesada dela cada vez que ele puxava a rola pra fora só pra bater no rosto molhado, e ainda por cima ela mijava de tanta excitação. Quando ele segurou firme no cabelo dela e meteu até o talo, a velhota engasgou mas continuou engolindo, sentindo a veia grossa pulsando na garganta e percebeu que ia ganhar uma carga bem na cara. Ele gozou na boca aberta dela, jogando jato atrás de jato quente dentro da garganta, e ela engoliu tudo sem perder uma gota, lambendo os beiços pra não desperdiçar nada. Só depois que o pau murcho escorregou pra fora é que ela se jogou na cama pra gozar, com os dedos enfiados na xota escorrendo e a cara toda marcada de porra — ainda gemendo e pedindo mais enquanto o guri ria do jeito que ela ficou toda molhadona e suja de gozo.