Venezuelana comemora natal em outubro e transa com o animador do enteado
A venezuelana coroa tava toda animada na festinha de outubro que ela mesma organizou só pra comemorar o Natal adiantado, com luzes piscando, música alta e um monte de conhaque rolando. Ela tava de vestido vermelho bem curto, aquele decote que quase mostrava as peitos toda vez que ela se abaixava pra encher os copos, e quando o animador do enteado chegou com aquele pau durão mal escondido na calça justa, ela não conseguiu nem disfarçar o sorriso safado. Ele veio com jeito de machão, pegou na cintura dela e falou no ouvido que não aguentava mais ficar olhando o cuzinho redondo dela se mexendo toda vez que ela ia pro banheiro. Ela riu, jogou o cabelo pra trás e disse que se ele quisesse podia meter logo antes que o marido dela chegasse, que a casa tava toda vazia exceto pela empregada que tava doidão no sofá. Ele não perdeu tempo, agarrou a bunda dela com as duas mãos e já meteu o pau na buceta molhada dela pela lateral do vestido, grunhindo que ela tava com a xota tão escorrendo que tava babando pra fora. Ela levantou uma perna no braço do sofá, gemendo alto pra caralho enquanto ele batia a pica fundo nela de costas, o pau todo sujo da gozada que ele já tava querendo soltar há horas. Aí ele virou ela de frente, colocou as pernas nos ombros dele e foi metendo de pé, o pau entrando e saindo da buceta dela sem dó, os peitões balançando a cada estocada. Ela tava toda vermelha, mordendo o lábio inferior e pedindo pra ele não parar, que aquilo tava mais gostoso do que qualquer peru de Natal. Quando ele sentiu que ia gozar, puxou a pica toda pra fora e mandou ela se ajoelhar no chão pra tomar a porra toda na cara, e ela abriu a boca bem larga, babando de vontade de engolir cada gota quente que ele jogava nela. No final, os dois caíram no sofá, suados e rindo, com as pernas tremendo e a roupa toda amarrotada, enquanto o som da música cobria os gemidos que ainda escapuliam da boca dela de vez em quando.