Pincel molhado faz bucetinha apertada da meia-irmã gemer
O pincel molhado deslizando na bucetinha tão apertada da minha meia-irmã já deixou meu pau duro antes mesmo de começarmos. Estávamos sozinhos em casa naquele domingo de tarde, aquele clima preguiçoso de quem não tem nada pra fazer a não ser se esfregar um no outro, e ela chegou toda rebolante na cozinha com o pincel de pintar na mão, só de calcinha rendada e camiseta curta demais que mal cobria os mamilos duros. Mal fechei a porta da sala que ela já jogou o pincel no chão, agarrou meu pau por cima da bermuda e começou a rebolar de quatro na cama, gemendo baixo enquanto passava o pincel molhado na xota lambuzada, a tinta escorrendo pela coxa e manchando os lençóis. Eu não aguentava mais, joguei a calcinha dela longe e enfiei dois dedos de uma vez na canjica encharcada, fazendo ela gritar e pedir pra eu parar com aquele gemidão safado que subia pelas paredes. Puxei ela pra cima, sentei na beira da cama e ordenei que montasse em mim, a bucetinha toda lambuzada de tinta e gozo, os peitinhos balançando enquanto ela descia devagar até sentir a cabeça do pau rasgando a entrada apertada. A cada rebolada ela jogava a cabecinha pra trás, os cabelos pretos grudados no suor, os lábios mordendo o lábio inferior pra não gritar alto de mais na casa vazia. Quando a tinta secou nas minhas costas de tanto que ela se esfregou, mudei de posição e joguei ela de quatro novamente, espalhando mais tinta com o pincel na bundinha trêmula antes de meter o pau todo lá dentro num impulso só, a porra escorrendo enquanto eu socava com vontade, a cada estocada a xota apertadinha sugando o pau como se fosse um copo vazio. Ela pediu pra eu encher ela toda, e eu não segurai mais, gozei bem fundo dentro daquele cuzinho que não parava de tremer, a porra escorrendo pra fora enquanto ela se jogava na cama gemendo que não conseguia nem respirar direito.