Coroa gata chieri matsunaga faz boquete molhado e muito gostoso
Ali estava a Chieri Matsunaga, uma coroa coroa japonesa de fazer qualquer pau ficar duro na hora, sentada naquela poltrona vintage da sala com os pés descalços no chão de madeira e a saia curta levantando só o suficiente pra gente ver as coxas grossas e bem depiladas. Ela já vinha com aquele olhar safado de quem tava louca pra fazer um boquete daqueles que deixam o pau escorrendo de porra, então nem perdeu tempo com conversa mole — segurou logo aquele pau bombado do puto, passou a língua bem devagar pela cabeça rosada e já começou a mamar com aquele barulho de boca escancarada, chupando com gosto enquanto a saliva ia escorrendo pelo pau até o saco. O cabrão tava tão excitado que nem esperou ela engolir direito, meteu a mão na nuca dela e começou a empurrar a cabecinha pra frente e pra trás, enchendo a boca cheia duma vez só até ela engasgar e tossir, mas mesmo assim continuou com os olhos brilhando de tesão. A coroa coroa não se intimidou nem um pouco, pelo contrário, abriu mais a boca larga e úmida, deixou a porra escorrer pelos cantos enquanto ia afundando cada vez mais a garganta no pau grosso, os dedos apertando o saco pra extrair cada gota. O safado tava gemendo alto igual um animal, falando pra ela não parar, que tava uma delícia sentir aquela garganta apertada engolindo tudo, e ela respondia com gemidos abafados que ecoavam entre as pernas dele, os peitos balançando pra lá e pra cá com cada movimento. Quando o pau já tava escorrendo de porra, ela pegou a mão dele e forçou pra gozar na cara, jogou a porra quente bem no meio da testa, nos lábios carnudos, e depois lambeu tudo com uma cara de vadia satisfeita enquanto o pau ainda jorrava o resto no chão. O cabrão tava exausto, mas ela não — levantou devagar, tirou a saia toda e foi logo se ajoelhando de novo pra lamber o pau sujo de porra e babar em cima, como se aquilo fosse um prêmio. Os peitos pesados balançavam pra frente e pra trás, os mamilos duros roçavam no pau a cada movimento, e ela ainda teve coragem de pegar o pau pra dentro da boca de novo, chupando até o último fiapo de porra, com aquele sorriso safado de quem sabe que ninguém faz igual.